Telemetria de máquinas, produção, qualidade, manutenção e sistemas de negócio — lidos continuamente e traduzidos em inteligência operacional para quem dirige a planta.
Cada parte da operação registra o que acontece — em um formato diferente, em um sistema diferente, para uma pessoa diferente. Quem dirige a planta recebe tudo isso e ainda precisa descobrir, sozinho, o que merece atenção hoje.
Estados, alarmes, ciclos e programas ficam no CLP e no comando CNC.
OPC UA · FOCAS · ModbusApontamentos de parada e ocorrências do turno.
papel · WhatsAppOrdens, custos, estoque e prazos de entrega.
SQL · relatório mensalApontamento de produção, uma tela por linha.
tela por linhaInspeções, rejeitos, laudos e cartas de controle.
formulário · CEPOrdens de serviço, histórico de falhas e condição dos ativos.
CMMS · cadernoTudo o que ninguém mais consolida — e que só uma pessoa sabe ler.
.xlsx · e-mailA WAY lê o que a fábrica emite — sinais de máquina, apontamentos, ordens, inspeções — e devolve, em linguagem clara, o que aconteceu, por que aconteceu e o que fazer a respeito.
A Linha 03 perdeu 18% de ritmo depois das 14:20. A causa provável são microparadas na Estação 03, que somaram 47 min no segundo turno — o triplo da média da semana.
Recomendação: verificar a alimentação de material da Estação 03 antes do primeiro turno. O horário sugere relação; a confirmação precisa vir do chão de fábrica.
Lê a operação 24 horas por dia, não só no fechamento do mês.
Cada sinal é ligado ao ativo, à ordem, ao turno e ao histórico da planta.
Toda afirmação aponta para a fonte. A incerteza fica visível, não escondida.
A plataforma não pede que a fábrica mude como registra as coisas. Ela coleta os sinais onde eles já existem e os coloca sobre o mesmo modelo de ativos, ordens e turnos.
Estados, alarmes, ciclos, programas e parâmetros de processo.
Ordens, contagens, ritmo, setup e apontamentos por turno.
Inspeções, rejeitos, retrabalho e cartas de controle.
Ordens de serviço, paradas, histórico de falhas e condição.
Escalas, presença, competências e desempenho por turno.
Eletricidade, ar comprimido, água e insumos por peça.
Ordens, prazos, custos, estoque e calendário de produção.
Um único modelo da planta, sobre o qual cada sinal ganha lugar e significado.
Um caminho contínuo entre o sinal da máquina e uma decisão que a gestão consegue explicar — sem trocar os sistemas que a fábrica já tem.
Coleta dos sinais onde eles já existem, no chão de fábrica e nos sistemas de negócio.
Cada dado ganha lugar: a que ativo, ordem, turno e produto ele pertence.
Cálculo de indicadores, detecção de desvios e explicação em linguagem clara.
Prioridades claras, nas mãos certas, no formato que cada pessoa usa.
Todo dia às 06:00, um briefing escrito como um analista escreveria: o que mudou, onde a planta perdeu, o que está fora do padrão e o que olhar primeiro. Cada frase leva ao sinal que a sustenta.
Ontem a planta produziu 12.840 peças — 94,4% do plano. A qualidade se manteve em 98,2%. Paradas recorrentes na Linha 03 puxaram o OEE geral para 78,6%, 4,2 pontos abaixo da média da semana.
De “o que aconteceu?” a “o que eu devo olhar?” — sem pedir outro relatório, sem abrir outra planilha.
Seus dados, no seu contexto.Cada resposta aponta para ativos, janelas de tempo e registros de origem. O que não está confirmado é dito como hipótese.
O OEE da Linha 03 fechou em 62,4% — 21,4 pontos abaixo da média de 7 dias. Dois sinais explicam a maior parte da perda:
Cada módulo responde a uma preocupação da gestão. Todos compartilham a mesma fundação de dados — e o mesmo analista.
Linhas, ordens e ritmo em uma só visão, do turno ao mês.
Onde o tempo vai. Cada perda com causa, linha e estação.
Tempo de ciclo, ritmo e produção contra o plano.
Rejeitos e retrabalho ligados às condições de processo.
Paradas recorrentes e mudança de condição dos ativos.
kWh, ar comprimido e água por peça, por linha e por turno.
Escalas, apontamentos e desempenho comparado por turno.
A fundação é a mesma. Um novo módulo é uma nova pergunta sobre os dados que já estão lá.
Atravessa todos os módulos: briefings, respostas a perguntas, alertas e recomendações — sempre com a evidência à mão.
Conectividade industrial, edge, modelo da planta e integração com ERP, MES e sistemas de qualidade e manutenção.
Inteligência de verdade exige infraestrutura de verdade. A WAY opera em todas as camadas — da leitura do CLP ao modelo de IA — com os protocolos, a segurança e a resiliência que uma planta exige.
Sistemas existentes permanecem.A WAY se conecta ao CLP, ao CNC e ao ERP que já estão lá.
Nada se perde sem internet.O edge armazena localmente e sincroniza quando a conexão volta.
Rede OT protegida.Leitura unidirecional no perímetro, TLS ponta a ponta, sem porta aberta para dentro.
Nuvem ou on-premises.A plataforma de dados roda onde a política do cliente exigir.
O valor não está em mais dados na tela. Está em decidir mais cedo, com menos esforço e com a mesma leitura da operação em toda a equipe.
Sem promessas genéricas de ROI. Os resultados dependem da operação e da base instalada. No piloto, definimos com o cliente as métricas de sucesso — e o briefing passa a reportá-las desde a primeira semana.
Não mais um painel. O sistema pelo qual a gestão entende — e interroga — a operação: o lugar onde as perguntas do negócio encontram os dados do chão de fábrica, todos os dias, na mesma linguagem.
Vamos olhar juntos a sua operação, os seus dados e as perguntas que você deveria conseguir responder todas as manhãs.